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Mostrando postagens de Abril, 2014

Primeiros dois pontos perdidos

O cenário inicial apontava uma vitória sem esforço: o Inter entraria no Maracanã e com os gols de Rafael Moura levaria 3 pontos para Porto Alegre. Só que o Inter é tão imprevisível quanto previsível e os erros que tanto lamentamos se repetiram. O colorado de 2013, por mais que contrariem, não desapareceu. Com total superioridade e vencendo com um bom placar, o Inter entregou o jogo ao Botafogo na segunda etapa e volta para Porto Alegre sentindo o peso de um ponto com gosto de derrota.
A velocidade de Valdívia incomodou o alvinegro por toda primeira etapa e a supremacia colorada perante o Botafogo ficou clara nos dois gols que Rafael Moura marcou - o primeiro com belíssimo passe de Aránguiz e o segundo com bela jogada de Valdívia. O Inter manteve a posse de bola e jogava nos espaços que o adversário dava ao tentar criar - tínhamos a vitória nas mãos.
Mancini e Abel modificaram seus times - um acertou e o outro cometeu um erro mortal. Assim que Dida falhou, o Botafogo cresceu. A torcid…

O Inter precisa se bastar

O campeonato nacional deste ano começou, e o Inter, após vencer o estadual - muito bem conquistado por sinal - se volta para o mais-que-possível tetracampeonato brasileiro que, de primeira, já digo que não passará pelos pés de Rafael Moura, Willians e acomodações em geral. Com o pé direito o colorado iniciou a competição vencendo em casa - nada-nem-quase-lotada - o visitante baiano, Vitória.
De um primeiro tempo agitado a um segundo tempo de bagunça tática e acomodação alá 2013 (peguei pesado?), o Inter construiu uma vitória nos minutos iniciais e marcou apenas um gol (o que achei pouco).
Satisfação me invade ao saber que, Abel, com toda sua postura de técnico, é justo ao avaliar a equipe neste sábado - disse que "o time todo esteve mal" e todos sabemos que não é mentira. O Inter sentiu falta de Gilberto na lateral, mas também repetiu uma acomodação após o gol marcado que não nos traz boas lembranças.
Na primeira etapa, o colorado esteve melhor, atacando de forma mais organ…

Um fascínio chamado grenal

Grenal 401 que diz implicitamente o placar da peleia. Embora nada há de começar como se deva, o Inter de Abel Braga renasce em mais uma goleada histórica. O heroísmo de D’alessandro, de Alex ou de Abel não se mede nem que as gargantas explodam em alegria ao cantar "minha camisa vermelha" atrás do gol. Os motivos, todos encontrados no sorriso de nosso capitão, transfigura o que chamo de rivalidade, aumentando nosso orgulho de ser dono do sul, cada vez mais.
Pintado de vermelho é o Centenário e sua esperança rubra. De longe, os gritos servem como aviso de uma clássica permanência de ideais, todos pregados pela torcida colorada. Sob aviso, os gremistas entraram em campo, fardados de defesas da imprensa. Mas, do que adiantam palavras e argumentos que não medem forças com o peso de uma camisa? Sirvam nossas façanhas de modelo a tu, gremista, que jamais aprenderá.
De um jogo inicialmente azul a uma goleada surpreendentemente vermelha. Somos, há quem discorde, guerreiros permanen…