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Mostrando postagens de Novembro, 2014

Insuficiência à flor da pele

Foi sofrido e decepcionante como tem sido. Foi difícil e sobretudo, insuficiente. Não jogamos futebol, fizemos apenas o que estava a nosso alcance, ou seja, não fizemos muito. O torcedor foi ao Beira-Rio, apoiou o jogo inteiro, merece a vitória como nenhum outro. O choro da torcedora no fim da partida só demonstra o quanto era pesado o fardo que carregamos. Nos últimos quatro anos, nós sofremos demais.

Choroso e sofrido

Os questionamentos começam quando um zagueiro entra no jogo para marcar, não seu adversário, mas sim um gol. Percebemos os problemas quando um defensor sai de trás para executar a função dos atacantes. E assustador se torna quando o zagueiro que marca o golaço se chama Paulão.

O apequenado colorado

O jogo contra o São Paulo só enfatizou a tese dos quatro anos - jogamos um futebol que não condiz com a grandeza do clube. Durante todo esse tempo o time se apequenou, comemorou empates, engrandeceu adversários e não se elevou ao nível a que pertence. Perdemos o brilho de "campeão de tudo" durante algum jogo que poderíamos ter vencido, mas não colocamos toda a vontade suficiente para assim fazer. A esperança começa a brotar no gramado do Beira-Rio, afinal, 2015 está logo alí. 

"O preço que se paga às vezes é alto demais"

Humberto Gessinger, vocalista do Engenheiros do Hawaii - que inclusive é gremista -  cantava que "o preço que se paga às vezes é alto demais", na música "O Preço". E essa frase descreve como nenhuma outra o meu sentimento após a derrota no grenal - mas não pensem que quem paga o preço é Abel ou Luigi. Quem paga o preço somos nós.

Eleições - dando adeus à quatro anos inglórios

Foram quatro longos anos de desastres que mancharam o imponente apelido de "Campeão de Tudo". Derrotas, eliminações, acomodação, humilhações e injustiças - são essas as palavras que definem a Era Luigi. Desde 2010 tivemos no comando do nosso amado clube um presidente omisso, pulso fraco e ignorante, alguém que nem de longe aparenta ao menos simpatia com o manto sagrado do Internacional. A verdadeira derrota do Inter nesses dois biênios foram fora de campo e o responsável por isso foi o cara que está por trás da Chapa 1 que quer eleger Marcelo Medeiros. Desculpem, mas eu quero mudança.

Príncipe da Vila

O mérito não foi de Abel - se dependesse de suas substituições, o Inter teria perdido na Vila como de costume. Mas o colorado foi salvo pela individualidade - Aránguiz reencontrou seu futebol de alto nível em Santos e quebrou o tabu que existia entre o Inter e seu adversário. Pela primeira vez o colorado vence na Vila Belmiro e pela primeira vez não perde por causa das substituições de Abel.